Histórico Confederação Brasileira de Bodyboarding (CBRASB)
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A trajetória da Confederação Brasileira de Bodyboarding (CBRASB) confunde-se com a própria história de sucesso do esporte no país. O Brasil não é apenas um participante no cenário global; é uma superpotência que moldou a evolução técnica e competitiva da modalidade, sustentada por uma entidade que buscou, ao longo de décadas, transformar a paixão pelas ondas em uma estrutura profissional sólida.
As Raízes e a Era dos Pioneiros (Anos 80 e 90)
O bodyboarding brasileiro ganhou força na década de 1980, impulsionado pelo pioneirismo de Marcus Cal Kung, o “pai do esporte” no Brasil. Foi nesse período que surgiram as primeiras associações, como a AMBERJ (Rio de Janeiro), que serviram de embrião para uma organização nacional. Nos anos 90, o Brasil começou a dominar o pódio mundial. A necessidade de uma entidade máxima tornou-se evidente para organizar o crescente número de atletas e competições. Com o surgimento de ícones como Guilherme Tâmega (hexacampeão mundial) e Glenda Kozlowski, o bodyboarding brasileiro passou a exigir um Circuito Nacional que fosse o mais forte do mundo, servindo de vitrine para os talentos que hoje são lendas.
Consolidação e Profissionalização (Anos 2000 – 2020)
A CBRASB consolidou-se como a regente do esporte, estabelecendo critérios técnicos e de arbitragem rigorosos. Durante as décadas de 2000 e 2010, a confederação focou na expansão das categorias de base e no fortalecimento das federações estaduais, do Ceará ao Rio Grande do Sul. Foi nesta era que Neymara Carvalho cimentou seu nome na história com cinco títulos mundiais, provando a eficácia do celeiro de atletas fomentado pelas competições nacionais.
A entidade superou desafios econômicos e estruturais, adaptando-se às novas exigências do Ministério do Esporte e buscando o reconhecimento do bodyboarding como uma ferramenta de inclusão social e alto rendimento.
A CBRASB: Gestão Edmar Resende / Francisco Garritano (2011(2013)–2016)
Em construção !!!
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A CBRASB: Gestão Jarbas Soares / Francisco Garritano (2016–2021)
Em construção !!!
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A Nova CBRASB: Gestão Marcelo Rocha / Stéfano Triska (2021–2025)
Em construção !!!
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A Nova Era: Gestão Stéfano Triska / Nicolle Calheiros (2025–2029)
Em maio de 2025, a CBRASB iniciou um novo capítulo em sua história com a eleição da diretoria encabeçada por Stéfano Triska como Presidente e Nicolle Calheiros como Vice-Presidente. Triska, um histórico gestor do bodyboarding paranaense e atleta campeão na categoria Legends, assumiu com a missão de modernizar a governança da entidade.
Nicolle Calheiros (também conhecida como “Nick”) é a atual vice-presidente da CBRASB para o ciclo 2025–2029 e uma das atletas mais influentes da história recente do bodyboarding brasileiro. Sua trajetória une o alto rendimento competitivo com uma forte atuação na gestão esportiva. Natural do Rio de Janeiro, Nicolle começou a surfar em 2001 nas ondas do Posto 5 de Copacabana. Consolidou-se como uma das melhores do país, figurando frequentemente no Top 5 do ranking nacional e no Top 8 mundial em diferentes momentos de sua carreira. Encerrou a temporada de 2025 em alta, conquistando a vitória na final do Circuito Brasileiro em Búzios e terminando o ano entre as três melhores do Brasil. Nicolle é uma defensora ferrenha do protagonismo feminino e da profissionalização do esporte.
Os pilares da gestão atual (2026) incluem:
- Transparência e Inovação: Implementação de sistemas de filiação digital e processos claros de prestação de contas.
- Inclusividade: A criação e o fortalecimento de categorias como o Bodyboard PCD, garantindo que o esporte seja acessível a todos.
- Parcerias Internacionais: O estreitamento de laços com entidades de países lusófonos, como a parceria com a Vert Magazine de Portugal, para internacionalizar o talento brasileiro.
O Legado de Títulos
Ao longo de sua existência, a CBRASB foi a base para que o Brasil acumulasse mais de 30 títulos mundiais (somando as categorias masculino, feminino e Pro Junior). Hoje, a confederação não apenas organiza o Circuito Brasileiro — um dos mais competitivos do planeta —, mas também protege o legado de atletas que transformaram o Brasil na maior referência global do esporte. Em 2026, a CBRASB segue firme em sua missão de honrar o passado dos seus pioneiros enquanto constrói um futuro profissional, tecnológico e inclusivo para a próxima geração de bodyboarders.
